sexta-feira, 17 de setembro de 2010

Cadê a Pollyana que habitava em mim?

O dia hoje começou qualquer coisa bem distante de tranquilo.
Pela manhã perdi a hora, coisa que nunca acontece. Foi só bater a mão no botão soneca e pronto. Passei do ponto. Dormi exatos 43 minutos a mais. Ferrou! Pulei da cama. A filha vai chegar apenas para a segunda aula hoje... Putz.. Hoje é a placa do meu carro!
Voltei correndo (mas espertíssima, por conta do rodízio de veículos), pois o caçula tem prova de Geografia hoje. Precisamos dar uma revisada na matéria: relevo, pontos cardeais, etc, etc.
Triimmm, triimmm... Secretária nova avisa que não vem mais. Detalhe: Veio apenas uma vez. Antes dela eu me virava sozinha, desde que a antiga foi embora...
Na academia o joelho voltou a doer. Detalhe: Não corro desde o início da semana. Droga!
Ok. Então eu vou pra rua resolver uma coisas.
Deu tudo errado! Não consegui fazer nem metade do que havia planejado...
Putz...acabei de me lembrar que o almoço passou batido. Esqueci...
Tá difícil acreditar que o dia pode melhorar...Até eu, que sempre procuro encontrar o lado bom das coisas ou encontro um motivo pra rir das minhas dificuldades, estou bem mais séria que de costume. Coisa estranha... Eu jurava que sofria de síndrome de Pollyana. Acho que me curei...

Filhos e blogs

Um texto que a Carol do "Viajando na Maternidade" publicou inspirou o post que você vai ler abaixo.
Carol é mãe de um garotinho pequetico e lindo e está passando pela fase que nós mães bem conhecemos: "Mulheres que amam loucamente mas dormem pouco...muito pouco!". Lá no "Viajando" a Carol chamou de Estado Panda Permanente, mas dá no mesmo... Três ou quatro horas de sono pra alguém que precisa encarar uma jornada de 8h ou 9h de trabalho, trânsito, mercado, marido... é evidente que é insuficiente. Difícil aguentar o tranco! Tenho cá pra mim que isso é coisa que só o ser mais forte do mundo é capaz de suportar: A mulher.
Entendo perfeitamente o que ela está vivendo. Também vivi essa fase. Meu "segundinho" sempre foi o tipo de criança que recupera a bateria com poucas horas de sono (infelizmente a mãe dele precisa de umas 7h de sono pra funcionar direitinho no dia seguinte). Acredite ou não, consegui dormir uma noite inteira quando o baixinho estava para completar cinco anos. Quando era bebê gritava do berço. Depois, mais crescidinho e esperto, descia do berço e vinha choramingar ao lado da minha cama. Mesmo quando ganhou sua caminha ele continuou agitado para dormir. Levantava três ou quatro vezes por noite. Fazer o quê? As pessoas são diferentes. As necessidades são diferentes também!
Na verdade, não há uma receita infalível. Cantar, ler uma historinha, conversar... são coisas que às vezes funcionam muito bem e noutras simplesmente não surtem efeito algum. Inexplicável assim.
Carol, minha amiga virtual, o melhor conselho que posso lhe dar é o seguinte: Programe umas dormidinhas do Isaac na casa da vovó para que você consiga ter uma boa noite de sono e recarregar as energias. Essa fase passa, mas pode demorar um bocado...

domingo, 12 de setembro de 2010

Música em Família

Alguém já conhece o Música em Família?
Resumidamente é o seguinte: O projeto tem o intuito de levar às escolas espetáculos criados para integrar a família e a comunidade escolar. Transformam temas culturais de interesse da grade curricular em apresentações artísticas. Importante: Sempre com música da boa! Todo mundo sai ganhando. A escola, os papais e mamães e especialmente a criançada.
No último sábado tive a oportunidade de participar do novo projeto deles: o "Receita da Felicidade". Imperdível!
Quem tiver interesse pode visitar o site: http://www.musicaemfamilia.com.br/

sexta-feira, 10 de setembro de 2010

Mais uma do caçula...

Baixinho concentrado, com o nariz enfiado na apostila de Ciências.
Eu: " Estudando, filho?"
Ele: "Sim, semana que vem tem avaliativo".
Eu: " E qual é a matéria?"
Ele: "Ciências. Hábitos de higiene, bactérias, essas coisas..."

Filhote continua lá, impossível de reconhecer... quietinho, quietinho... imóvel.
Eu, como sempre, a louca: Andando de um lado para o outro, do quarto para a sala, da sala para a cozinha, tentando colocar alguma ordem na minha bagunça...
Voltei pra sala. Lá estava o filhote, admirando a sua imagem refletida no espelho. A camiseta estava levantada.
Eu: "Terminou, filho?"
Ele: "Hum, humm... Mãe, o que acontece quando a gente tem pneumonia? A gente desenvolve pneu?"

Gargalhei, claro! Beijei, abracei e expliquei. Daí ele emendou: "E por que não chama pulmãomonia?"
Ahh... Eu adoro ter criança em casa!

quarta-feira, 8 de setembro de 2010

Karatê Kid: Programaço!

Se você curtiu na década de 80 a dupla Daniel San/Sr. Miyagi, não pode perder esta refilmagem.
Se você nasceu bem depois disso, please, não deixe de assistir! Vale a pena. É um programaço para fazer em família. Aliás, assistir ao filme foi o programa que escolhemos para fechar o feriado com chave de ouro. Super recomendo!

Daniel San virou Dre (interpretado por Jaden Smith, filho de Will Smith), um garotinho um pouco mais jovem que o rapazola do primeiro filme. Sr. Miyagi também rejuvenesceu e virou Sr. Han (interpretado por Jackie Chan, que surpreende positivamente dando vida ao personagem).
A história é muitíssimo parecida com a original: Um garotinho, que ao se mudar para outro país e se apaixonar por uma garota do lugar, passa a ser perseguido pelos outros meninos. História simples e previsível, mas fofa e repleta de ensinamentos.
Ahhh! Assim como no original, as cenas de treinamento são certamente as melhores.

Passeando com a galerinha

A diferença de idade entre os meus filhos é de 8 anos, o que implica em dizer que é quase impossível fazer um passeio que agrade aos dois. Eu disse quase... pois desta vez eu consegui!
Pra ficar melhor ainda, a mamãe aqui também se divertiu à beça! E os amigos que nos acompanhavam também!

Destino escolhido: Campos do Jordão
Passeio: Trilha de quadriciclo
Duração: 1 hora
Preço: R$ 60,00/h por quadriciclo (com garupa)

Descobrimos o "Passeios na natureza" durante o tour no trenzinho da cidade. Sorte. Muita sorte mesmo, pois os preços praticados pela empresa são infinitamente inferiores aos praticados pelo pessoal do "TrilhaQuad" (a empresa mais conhecida por lá, com várias franquias espalhadas por SP, Riviera, Alphaville). Os guias que acompanham o passeio são super gentis, pacientes e atenciosos. A mamãe aqui estava cheia de perguntas e preocupada com a segurança da galera, mas os meninos esclareceram todas as dúvidas, uma a uma. A trilha é bem light, ideal para quem tem criança pequena na garupa. Os quadriciclos (semi automáticos) estavam em excelente estado de conservação. Amei!

quarta-feira, 1 de setembro de 2010

Cadê o slow motion?

Você é do tipo que acha que o filho dos outros cresce rapidinho? Eu também!
Os meninos da minha comadre, que até outro dia eram tão pequeticos, hoje são dois homens maiores que eu! Tá certo. Quase todo mundo é maior que eu... mas eles cresceram muito e passou tão rápido!
Semana passada encontrei uma amiga que eu não via há alguns anos, e a garotinha dela, que era quase um bebê há pouco, hoje é uma mocinha! Unhas pintadas, cabelos compridos... Nossa, que coisa!
Isso me fez olhar para dentro... Caramba! Acabei de perceber que o tempo tá passando rapidinho aqui em casa também...
A "Dona Baixinha", que de baixinha não tem mais nada - pois já me ultrapassou em 3 centímetros - entrou na minha vida em 1994...Amamenta, põe fraldinha, tira a mamadeira...Em pouco tempo foi para a escolinha. Ai, como foi difícil a adaptação da mamãe e do bebê! Mas conseguimos. Crescemos as duas. Pronto. 1998: Agora, mais crescidinha, é hora de ir ao colégio. Pronto, ufa! 2001 chegou e com ele o meu outro "pacotinho". Tudo de novo: amamenta, põe fraldinha, tira mamadeira, escolinha, adaptação... Ai, meu Deus, peraí... isso tá passando muito rápido! Cadê o botão do "pause"? Tô com medo de perder alguma cena.... Não achei. Segue adiante... "Cadê a sua coleção de Barbies e todos os apetrechos (piscininha, avião, trailer, etc, etc.)? Hein? Como assim 'trocou pelo namorado'?" Ok. Faz parte da vida. Os filhos crescem mesmo. Tá certo. Ano que vem começa outra fase dela: vestibular. Mas agora foi o baixinho que começou: "Mãe, eu não te beijo mais na porta da escola e também não dou a mão ao atravessar a rua, tá? Ahh e pare de cantar essas musiquinhas infantis que são muito chatas! Cante o que quiser, menos as músicas do Justin Bieber".
Tudo bem, eu não achei o "pause", mas alguém me diz onde fica o "slow motion"?
Tá passando muito rápido e eu já estou com saudades...