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quarta-feira, 16 de fevereiro de 2011

Banana!

Taí uma fruta que aqui em casa nunca pode faltar: banana! Compro aos montes e a filharada adora.
Acontece que com o calorão dos últimos dias, a danada amadurece rapidinho e não sobrevive na fruteira por mais de dois dias.
O jeito foi inventar alguma coisa diferente, já que aqui o povo não gosta muito de doce de banana...
Ingredientes:
8 bananas maduras (ou seja: todas que estavam "morrendo" na fruteira)
1 caixinha de leite condensado
1 pacote de gelatina (eu escolhi a de morango)
Vamos lá:
Preparei a gelatina do jeitinho que indica o fabricante e deixei esfriar.
Depois de frio, bati no liquidificador a gelatina preparada, as bananas picadinhas e o leite condensado abre parêntese:queeuadoro! fecha parêntese.
Pronto. Acabou. Agora é só gelar. O que demora à beça. Pelo menos umas 8 horas.
Eu gostei. E olha que banana não é nem de longe a minha fruta preferida. abre parêntese:Se ainda fosse melancia.... fecha parêntese.
A receitinha rendeu um doce fresco, leve (com textura quase de mousse), geladíssimo mas meio doce. Talvez, na próxima vez, eu substitua o leite condensado por creme de leite (como manda a receita original que li na internet outro dia) ou a gelatina de morango por gelatina sem sabor.

quarta-feira, 17 de novembro de 2010

Água mole em pedra dura...

Outro dia levei minha filha mais velha ao médico. Não, ela não estava doente. Estava gozando de excelente saúde, aliás, mas eu sou daquele tipo de mãe-louca-doida-varrida que se preocupa - inclusive- quando os filhos não ficam doentes e por isso passam muuuito tempo sem ir ao médico...
Doutora pediu uma série de exames: sangue, urina, ultrassom, etc, etc...
Tudo certo! Aproveitei e coloquei os meus exames em dia também.
No dia do retorno, confesso que uma simples frase da médica me deixou com a pulga atrás da orelha...
"Querida, tudo ótimo com os seus exames, mas é evidente que o seu prato é beeem menos verde que o da sua mãe".
Verdade. Verdadíssima!
Meus filhos adoram salada desde pequenos, mas confesso que salada pra eles é ALFACE. Lisa ou crespa tanto faz. Eles comem. Mas é só.
Brócolis? Só no molho de tomates, bem picadinho, com muita cebola e linguiça, cobrindo um pratão de macarrão...
E couve? A mais velha escolhe alguns "fios", mas o mais novo nem chega perto...
Agrião, rúcula, espinafre, quiabo, ervilha torta, abobrinhas, vagem? Nada. Nadinha... É só colocar na mesa e eles torcem o nariz.
Já fiz de tudo: "Escondi" no meio da salada de alface (eles descobriram e ficaram doidos comigo!), "escondi" no queijo derretido que recheava o rocambole de carne (também fui descoberta), ofereci cru, cozido, frito, inventei torta... nunca funciona. A mais velha se vira com outra coisa e o mais novo arma um espetáculo daqueles.
Hoje, estranhamente, as coisas foram diferentes. Ralei uma abobrinha inteira e cozinhei no arroz. Pequeno até ameaçou chilique, mas desistiu depois que eu disse: "Protege contra o câncer, mas se você não quiser não precisa comer..."
Resmungou um "Tá bom, mãe! Me deixa experimentar esse negócio logo!". Comeu e parou de reclamar. Ponto pra mim!
A mais velha jantou mais tarde e além de experimentar o arroz com abobrinha (SEM RECLAMAR), acrescentou umas colheres de brócolis refogado na manteiga, que eu adoro e nunca falta aqui em casa...
Moral da história: Água mole em pedra dura....