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segunda-feira, 8 de novembro de 2010

Eu adoro ser pobre!

Tá bom! Eu confesso: Os números não são a grande paixão da minha vida, mas eu até que me viro bem com eles (desde que não seja algo muito complexo, ok?). Virou-mexeu e lá estou eu me fazendo sempre a mesma pergunta: Vale a pena manter um carro na garagem?
Fiz e refiz as contas inúmeras vezes. Aliás, faço isso todo ano. Mais de uma vez. Quando recebo o IPVA, quando chega o momento de renovar o seguro... Manter o meu carro na garagem custa hoje, 500 reais, no mínimo, por mês,  levando em conta o gasto médio com combustível, IPVA, seguro, manutenção, etc. Por ano são 6.000 e ao longo de uma década são 60.000 reais... Salgado, né? Daí...não sei o que acontece, mas é impossível parar: Calculo o gasto médio com cabeleireiro, depilação, filhos, viagens, passeios, choppinho com os amigos, etc., etc. Faço exatamente o mesmo exercício do carro. Calculo o gasto médio mensal, depois anual e - por último - o quanto gastei na última década com cada um desses itens. O resultado assusta!
Então caiu no meu colo o "Viver ou juntar dinheiro?", de Max Gehringer.  
S-E-N-S-A-C-I-O-N-A-L!
Já leu? Se não leu eu recomendo. O cara que já era um dos meus articulistas favoritos agora virou ídolo!
Ok. Eu admito que senti uma vergonha danada de ter feito tantos cálculos, mas senti um orgulho imenso por ter feito a escolha que fiz.  De ter preferido aproveitar cada sorriso dos meus filhos nas viagens de férias, cada festinha de aniversário deles, cada passeio romântico que fiz com o maridão, cada bolsa e cada sapato que comprei...
E quer saber? Eu adoro ser pobre!

quinta-feira, 4 de novembro de 2010

Recall: Esse troço funciona!

Sei lá se é do signo ou a balzaca aqui é meio mole mesmo, a verdade é que eu não posso ver ninguém com cara de "coitadinho" que já vou logo me oferecendo a ajudar.
Desta vez foi o maridão que fez cara de "urso pidão" ao receber a notificação para realizar o reparo do comando principal dos vidros elétricos do carro dele. Eu? Não resisti e me prontifiquei a agendar o recall e levar a caranga à concessionária.
Liguei na semana passada e agendei o horário. "O reparo é realizado em menos de meia hora e você pode ficar aguardando aqui mesmo", disse a atendente. Confesso que fiquei meio desconfiada com tanta ligeireza e prontidão, mas achei melhor deixar de ser tão ranzinza e acreditar que as coisas podem ser maravilhentas vez ou outra... Chegou o grande dia! Adiei alguns compromissos e enforquei a academia. Bora lá  pra ver se esse troço funciona!
Meninas! Não é que esse negócio funciona mesmo! Cheguei 5 minutos antes do combinado (odeio atrasos! nesse ponto filhote é igual a mamãe). O atendimento foi irretocável. Cafezinho, água, ar condicionado e revistinhas... Puxei dois dedinhos de prosa com uma vendedora e prontinho: 25 minutos depois  o possante tava lá! Não sei se o atendimento em toda concessionária Honda é assim, mas o da Issa me agradou um bocado.

terça-feira, 31 de agosto de 2010

A pior de todas as pragas modernas

Acabo de eleger o telefone celular a pior de todas as pragas modernas!
Calma, eu explico: Acabei de levar uma mega fechada de uma mocinha que falava ao celular com uma mão e com a outra tentava dirigir.
Olha só. Façamos um simples exercício: Um carro mecânico exige que o motorista utilize as duas mãos pra dirigir, certo? Certo! Com a mão direita você troca a marcha, enquanto a esquerda fica solitária ao volante, mas a troca de marcha não exige de ninguém mais que um segundo, certo? Certo! Depois a mãozinha direita volta a fazer companhia a esquerda, ambas bonitinhas ao volante, certo? Certo! E isso se repete inúmeras vezes... tantas quanto forem necessárias, até que você chegue ao seu destino e estacione o seu possante em alguma vaguinha, certo? Certo! Fácil, né? Que ótimo! Se você também acha, é sinal que sabe dirigir tão bem quanto eu...rsrs... Mas a moçoila do Uno não sabe.
Acompanhe a cena: Farol fechando... Pronto, fechou. Ok. Nós duas paramos. Eu à esquerda e ela à direita. Uma em cada pista. Minhas duas mãozinhas ao volante (sim, meu carro é automático e eu não precisei mexer no câmbio). A bonitona falava ao celular (e segurava o bichinho com a mão direita). E a mão esquerda? Ahh! sim, claro!  A mão esquerda! Primeiro ela cruzou a danada diante do corpo e a levou até o câmbio, para trocar a marcha (com a mão esquerda??) E depois? Descruzou e deixou o bração lá, pendurado na janela do carro. Que bonito, Dona Maria! (Que me desculpem as Marias, mas é apenas jeito de falar... Além do mais, eu precisava dar um nome à moça. Não posso ficar chamando de "bonitona do Uno" ou "moçoila sem noção"... criamos uma certa intimidade, já que ela quase ficou estampada no banco do carona do meu carro...) Mas então... voltando ao assunto... O farol abriu (e ela ainda ao celular). A balzaca aqui, que de boba só tem a cara mesmo, deixou a aprendiz de Barichello partir na frente... curva suave à direita seguida de curva suave à esquerda... Você consegue adivinhar o que aconteceu? É claro que na parte da "curva suave à esquerda", Maria - a faminta, comeu toda minha pista. Se eu tivesse metido o focinho lá ia me estrumbicando. Se eu buzinei? Claro que buzinei, mas acho que Maria não ouviu, pois estava ao celular. Aliás, alguns metros adiante, Maria passou por cima de uma rotatória e seguiu em frente...
Quer saber? Acho que Maria nem me viu...
Vai gostar de papear assim lá longe...
Vai com Deus, Maria!

quinta-feira, 29 de abril de 2010

por que elas são apaixonadas pelos grandalhões?

Calma, mulherada! Não estou falando dos rapazes sarados da academia... Eu tô falando de carros!
Alguém já botou reparo na quantidade de mulheres que circulam pelas ruas de SP a bordo de carros grandes?
Faz mais ou menos um mês que eu tenho pensado em trocar de carro. Como sou proprietária de um Fit, - e estou satisfeita com ele -, considerei a possibilidade de trocar por um modelo novo, mas ainda não me convenci... Confesso que sou apaixonada pela TR4, mas com a mudança de modelo o preço foi nas alturas, e não cabe no meu bolso. Olhei, pesquisei... daí pensei na Tucson, mas logo descartei, pois não consigo me imaginar ao volante de um carro daquele tamanho! Comecei a olhar para os lados, então. Quanta mulher pilotando Captiva, Hilux, CRV! Tenho algumas amigas que circulam por aí de Santa Fé, Picasso, Fusion, Zafira, New Civic... e elas adoram seus carrões!
Gente, será que eu sou um ponto fora da curva? Será que a maioria das mulheres adora carros grandes mesmo? Que "coisa" é essa que fascina a mulherada? Será que alguém já escreveu sobre isso? Taí... pode ser uma boa pauta. Quem sabe vira matéria?